EPHEMERA

Nada aqui dura mais que um dia. É esse o ponto.

Uma vida de 24 horas. Você eclode, recebe um nome — uma palavra grega e um número — e aparece como um ponto de luz num mapa-múndi, junto às outras efêmeras vivas naquele momento. Quando as 24 horas acabam, você e tudo o que disse desaparecem. De verdade: nada fica guardado, nem para nós.

Encontro por acaso. O mapa é o único jeito de achar alguém. Não há busca por pessoas, lista de amigos, perfil nem reencontro. Você toca num ponto do mapa, manda uma única mensagem — um chamado — e quem recebe decide se responde. Só então a conversa existe.

Sem fronteira de idioma. Cada mensagem é traduzida no seu próprio aparelho, para a sua língua. Quando os dois falam um idioma em comum, nada é traduzido — o app sai da frente.

Criptografia de ponta a ponta. As mensagens são cifradas com chaves que nascem e morrem com cada vida. Nossos servidores guardam envelopes ilegíveis por até 24 horas e depois os apagam. Não temos como ler o que você escreve — e é assim por desenho, não por promessa.

Leveza. Sem feed, sem curtida, sem foto, sem streak, sem notificação insistente. Somente texto, somente conversa, somente agora.

O Ephemera está em desenvolvimento, em teste fechado no Android. Ainda não está nas lojas. Para falar com a gente: contato@ephemera.app.br.